Três pessoas foram presas, na noite de quarta-feira (15), e vão responder por receptação. Material só pode ser adquirido por profissionais de saúde.
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, na noite de quarta-feira (16), três homens, de 18, 24 e 40 anos, com caixas de toxina botulínica, substância mais conhecida como botox.
Os três vão responder por receptação. Com eles, os policiais encontraram R$ 100 mil em botox.
Segundo a corporação, o material foi comprado com uso de documentos falsificados de uma médica.
A polícia afirma que a profissional procurou a delegacia depois de receber vários boletos no nome dela, referentes a pagamentos de compras do produto, que ela não tinha feito.
apontou que mais botox comprado em nome da médica seria entregue nas casas dos suspeitos, no Gama. Por isso, a polícia prendeu o trio e interceptou o material no momento da entrega.
De acordo com os investigadores, para comprar botox, é preciso ser um profissional da área da saúde e comprovar com o envio dos documentos para a empresa vendedora.
Além de usar informações falsificadas da médica, a polícia afirma que os suspeitos não pagavam pelo produto adquirido.
Polícia Civil do DF apreende R$ 100 mil em botox comprado com documentos falsos de médica
Três pessoas foram presas, na noite de quarta-feira (15), e vão responder por receptação. Material só pode ser adquirido por profissionais de saúde.
Por Sthefanny Loredo, TV Globo
16/06/2022 11h52 Atualizado há 8 horas
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Botox apreendido durante operação da Polícia Civil do DF — Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, na noite de quarta-feira (16), três homens, de 18, 24 e 40 anos, com caixas de toxina botulínica, substância mais conhecida como botox. Os três vão responder por receptação. Com eles, os policiais encontraram R$ 100 mil em botox.
Segundo a corporação, o material foi comprado com uso de documentos falsificados de uma médica. A polícia afirma que a profissional procurou a delegacia depois de receber vários boletos no nome dela, referentes a pagamentos de compras do produto, que ela não tinha feito.
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Com o apoio dos Correios, a investigação apontou que mais botox comprado em nome da médica seria entregue nas casas dos suspeitos, no Gama. Por isso, a polícia prendeu o trio e interceptou o material no momento da entrega.
De acordo com os investigadores, para comprar botox, é preciso ser um profissional da área da saúde e comprovar com o envio dos documentos para a empresa vendedora. Além de usar informações falsificadas da médica, a polícia afirma que os suspeitos não pagavam pelo produto adquirido.
“O médico solicita o produto, a empresa gera o boleto para eles pagarem em até 30 dias, e a empresa já encaminha o botox para o endereço que o médico solicitou.
Então eles recebem os produtos antes de efetuar o pagamento”, afirma o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor (Corf), Wisllei Salomão.
De acordo com a polícia, o grupo aplicou o golpe em pelo menos três empresas.
No carro de luxo de um dos presos, os agentes encontraram parte dos produtos estéticos.
O material não estava sendo mantido com a refrigeração necessária, o que pode comprometer a eficácia da toxina botulínica.
Mais investigações
As notas fiscais encontradas com os produtos tinham como destinatário uma clínica de estética no Lago Sul.
Agora, a Corf apura se o estabelecimento tem ligação com o esquema criminoso.
Além disso, a polícia vai investigar se os três presos foram os responsáveis por comprar os produtos usando os documentos falsos, ou se há mais pessoas envolvidas no esquema.
Um dos detidos é motorista de aplicativo e encontrava-se em liberdade provisória por tráfico de drogas.
Outro também estava em liberdade provisória, pelo crime de falso testemunho.
Blogdopa e os previlegios da PCDF.





