Executivo local contratará vigilantes equipados com gás de pimenta, patinetes elétricos e câmeras no uniforme para monitorar o terminal.
Os vigilantes que vão reforçar a segurança da Rodoviária do Plano Piloto devem começar o trabalho neste mês, prazo estimado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob)..
A pasta publicou uma dispensa de licitação para contratar equipes de vigilância ostensiva e serviços gerais para o terminal.
O terminal terá, ainda, ascensorista nos elevadores, além de ações de limpeza e conservação. O custo total estimado é de R$ 10,3 milhões para três contratos, cada um com vigência de seis meses.
Dois deles foram fechados com a Aval Empresa de Segurança LTDA, para vigilância ostensiva e prestação de serviços de limpeza. O outro, para contratação de ascensorista, está firmado com a Pontual Serviços Gerais LTDA.
Um dos contratos estabelece “prestação de serviços continuados de limpeza, conservação e asseio, com fornecimento de mão de obra, materiais, equipamentos, máquinas e insumos necessários, a fim de atender as instalações da Rodoviária do Plano Piloto”.
Nesse caso, o investimento será de R$ 5,5 milhões, enquanto o serviço de ascensorista sairá por R$ 637 mil.
O valor total do serviço de vigilância na Rodoviária é calculado em R$ 4,1 milhões. Com trabalhos pela manhã e à noite, haverá equipes em pontos fixos e em circulação pelo terminal.
As bodycams vão ficar presas aos uniformes dos seguranças e gravar imagens sem interrupção, o que evita casos de abuso policial e servirá como meio de registro de provas em casos de crimes, por exemplo.
A Polícia Militar de São Paulo registrou uma redução de 87% nas ocorrências de confronto envolvendo integrantes de batalhões desde que adotou o sistema de câmeras corporais, em 2020. Os equipamentos registram áudio e vídeo em tempo real.
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