Em meio a obras que modernizam regiões administrativas inteiras, como a nova subestação do Guará, e projetos sociais que já mudaram a vida de milhares de famílias, a Neoenergia Brasília consolida um papel que vai muito além de entregar energia: construir desenvolvimento, dignidade e oportunidades.
O diretor-presidente Frederico Candian detalhou os avanços, os reconhecimentos inéditos — como o prêmio Abradee e a certificação GPTW — e o compromisso que, segundo ele, “não é técnico, é humano”.
A Neoenergia está prestes a completar cinco anos no DF. Qual o balanço dessa trajetória?
“Esses cinco anos contam uma história de transformação. Desde 2021, investimos mais de R$ 1,2 bilhão na expansão da infraestrutura elétrica para acompanhar o crescimento do Distrito Federal, modernizar a rede e tornar o sistema mais inteligente.
Mas, para mim, o verdadeiro investimento aparece no impacto sobre as pessoas: moradores com energia regularizada, clientes com menos interrupções e comunidades que hoje se sentem mais próximas da empresa.
Em março de 2026, não celebramos apenas um aniversário — marcamos a consolidação de um compromisso com serviços melhores para toda a população do DF.”
Quais os principais destaques em infraestrutura e expansão da rede?
“O grande marco é a subestação do Guará, que será inaugurada no ano que vem com investimento de R$ 32 milhões, levando mais confiabilidade para 180 mil pessoas da região. Mas esse é só um exemplo.
Teremos investimentos na subestação de Águas Claras, modernização da subestação Brasília Norte e reforços no sistema elétrico de Monjolo, Brazlândia e Mangueiral.
Além disso, estamos destinando R$ 25 milhões à modernização da rede subterrânea do Plano Piloto e do Sudoeste. São obras que fazem toda a diferença para quem depende da energia para viver, trabalhar e estudar.”
E no atendimento ao cliente, o que mudou nesses cinco anos?
“Evoluímos muito, sempre com o propósito de atender cada vez melhor. Criamos canais digitais mais ágeis, reforçamos o atendimento humanizado, lançamos uma agência móvel 100% elétrica e levamos serviços presenciais para perto de quem mais precisa.
Nosso call center reduziu quase totalmente as chamadas abandonadas. Nós realmente colocamos o cliente no centro. Não é discurso — é prática diária.”
A Neoenergia tem uma atuação social forte. Como isso se traduz na prática?
“Acreditamos que energia é cidadania. Destinamos R$ 9,4 milhões via Lei de Incentivo à Cultura (LIC-DF) entre 2022 e 2024 e, só em 2025, apoiamos 20 projetos com R$ 6,6 milhões.
Temos um carinho especial pela Escola de Eletricistas: já formamos 434 alunos — 45% mulheres — e contratamos 348 profissionais. É inclusão de verdade: gente ganhando profissão, renda e autoestima.”
O programa Energia Cidadã tem ganhado visibilidade. O que ele representa?
“Representa dignidade. Desde 2021, regularizamos a energia de mais de 50 mil famílias, alinhados ao Energia Legal do Governo do Distrito Federal. Isso significa que 150 mil pessoas deixaram de viver na insegurança e nos riscos do improviso elétrico.
Só em 2025, o programa vai beneficiar 15 mil clientes, com R$ 32,5 milhões em investimentos. Até 2030, queremos alcançar mais 25 mil famílias. Esse é um trabalho que nos enche de orgulho.”
A Neoenergia Brasília recebeu prêmios importantes recentemente. O que esses reconhecimentos significam?
“Mostram que estamos na direção certa. Vencer pela primeira vez o prêmio da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), na categoria Evolução do Desempenho, foi histórico.
E ser reconhecida pelo Great Place to Work (GPTW) como um excelente lugar para se trabalhar comprova que, quando cuidamos de quem está com a gente, cuidamos automaticamente do cliente. Somos uma empresa feita por pessoas — e isso se reflete nos resultados.”
Como a distribuidora se preparou para desafios climáticos, como o período de chuvas intensas?
“Com muito planejamento. Triplicamos as equipes de campo, ampliamos o Centro de Operações Integradas (COI), que atua 24 horas por dia, e reforçamos ações preventivas.
O DF tem enfrentado episódios severos, e mesmo assim o impacto tem sido pontual. Agilidade e segurança são prioridades.”
Quais são os próximos passos da Neoenergia Brasília?
“Continuar investindo no sistema elétrico e nas pessoas. Temos R$ 1,2 bilhão programado para os próximos cinco anos.
Vamos seguir expandindo o sistema, ampliando o acesso, fortalecendo a inclusão social e tornando o DF ainda mais resiliente. Queremos entregar não só energia, mas desenvolvimento sustentável.”
