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Blogdopa | Filha de Adriana Villela se emociona no STJ e liga para a mãe após decisão favorável

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A policial civil Carolina Villela se emocionou ao ouvir o voto favorável à anulação da ação penal e da condenação de sua mãe, Adriana Villela, no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Após o resultado, ela ligou imediatamente para compartilhar a notícia com Adriana.

Caso Villela”. O crime ocorreu em 2009, em Brasília, e ganhou grande repercussão nacional pela brutalidade e pelas circunstâncias misteriosas envolvendo a morte do ex-ministro do TCU José Guilherme Villela, da mulher dele, Maria Carvalho Villela, e da empregada da casa, Francisca Nascimento da Silva.

Adriana Villela sempre alegou inocência e denunciou falhas graves na investigação. Após anos de disputas judiciais, a Sexta Turma do STJ considerou que houve nulidades no processo que comprometeram o direito à ampla defesa e ao contraditório, resultando no voto favorável à anulação da condenação.

A filha de Adriana, Carolina Villela — que é policial civil — acompanhou a sessão e se emocionou ao receber a notícia, ligando para a mãe em meio às lágrimas.

Placar no STJ está em 1 a 1 sobre anulação do júri que condenou Adriana Villela

O julgamento sobre a anulação do júri que condenou a arquiteta Adriana Villela a 61 anos de prisão está empatado em 1 a 1 na Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nesta terça-feira (5/8), o ministro Sebastião Reis Júnior votou a favor da anulação do júri popular e de toda a instrução do processo.

Adriana Villela foi condenada como mandante do assassinato dos próprios pais e da empregada da família, em um crime que ficou conhecido como o “caso Villela”. O ministro entendeu que houve irregularidades no curso da ação penal, o que justificaria a anulação da condenação.

Carolina Villela deixou o STJ emocionada após o segundo adiamento do julgamento do recurso da defesa na Sexta Turma. Ela confirmou que falou com a mãe, Adriana Villela.

Na sessão desta terça-feira, o ministro Sebastião Reis Júnior apresentará seu voto-vista. A ordem de votação prossegue com o ministro Antônio Saldanha Palheiro, o desembargador convocado Otávio de Almeida Toledo e, por fim, o ministro Og Fernandes.

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