Durante a oitiva, o delegado notou “traços de psicopatia” no garçom, que executou o delegado com três tiros na cabeça enquanto ele dormia
Sangue frio, sem remorso e até irônico, o garçom Kayky Bastos Ferreira, 20 anos, preso por matar o delegado Luiz Ricardo e Silva, 58, não soube apontar, durante o interrogatório, o que motivou o latrocínio.
“Não sei porque matei. Eu tinha uma festa para organizar e nem imaginei que seria preso”, disse o criminoso ao delegado-chefe da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), Pablo Aguiar, que investiga o caso.
Durante a oitiva, o delegado notou “traços de psicopatia” no garçom, que executou o delegado com três tiros na cabeça enquanto ele dormia, e depois foi trabalhar em um bar, no Gama, onde organizaria uma festa para comemorar o 7 de Setembro.
O assassino ainda usou cartões de crédito do servidor público para comprar bebidas, transportou funcionários do estabelecimento no veículo roubado e mentiu para a namorada afirmando que teria “comprado” o Corolla que pertencia ao delegado.

Em uma rápida investigação para identificar o autor e compartimentar as informações com equipes da Polícia Militar e PCDF, Pablo Aguiar traçou a ordem cronológica do crime brutal.
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