Conheça os vencedores do Sósias das Olimpíadas G1

Escolhidos pelos leitores, três participantes foram eleitos os mais parecidos com atletas que disputaram as Olimpíadas de Tóquio; Douglas Souza emplacou dois sósias, e Wallace, também da seleção brasileira de vôlei, achou uma cópia perdida.

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Douglas Souza e Wallace, da seleção brasileira de vôlei masculino, foram responsáveis pelos três primeiros lugares no pódio do Sósias das Olimpíadas do G1. Foram “cópias” suas os mais votados do concurso pelos leitores.

Danízia Menezes, de Recife (PE) que já tinha até rendido uma matéria por sua semelhança com Douglas, ficou com a medalha de ouro ao receber 11.505 votos até as 22 horas de sexta-feira (6), quando a votação foi encerrada.

A prata foi para João Allan, de Santarém (PA), que com 8.777 votos foi considerado o mais parecido com Wallace Souza.

Mais uma vez para o Pará foi o bronze: Antonio Felipe da Silva Nascimento também convenceu muita gente de sua semelhança com Douglas Souza, e recebeu 8.286 votos.

Brasil

 

Entre as inscrições válidas no concurso, a maioria trazia pessoas apontando semelhanças com atletas brasileiros que disputaram as Olimpíadas de Tóquio. Os mais lembrados foram Wallace Souza e o surfista Gabriel Medina, com quatro candidatos a sósia cada um.

O também surfista Ítalo Ferreira e o jogador de vôlei Lucarelli tiveram três sósias tentando a sorte, e Isaquias Queiroz, do remo, também foi lembrado mais de uma vez. Já Douglas Souza teve 100% de aproveitamento: seus dois “gêmeos” inscritos foram justamente a primeira e o terceiro no pódio.

Ouro

 

“Eu me sinto feliz e surpresa em ter vencido, porque foi uma coisa bem repentina na minha vida. Eu imaginei que eu pudesse ganhar, mas não levei tanto em consideração a possibilidade, porque existiam muitas pessoas que podiam se inscrever e ser muito parecidas com tantas centenas de atletas nas olimpíadas”, diz Danízia Menezes, escolhida como a sósia mais parecida pelos leitores do G1.

“Mas, pra ser sincera, no fundo eu acho que não teria alguém mais parecido que eu e Douglas, porque a semelhança é tanta. Por isso, estou feliz. Principalmente por ser parecida logo com ele”, acrescenta.

“Eu já acompanhava o vôlei em alguns jogos, mas depois desse boom da minha semelhança com Douglas me despertou muito mais interesse. Agora, eu fico muito envolvida, comento muito no Twitter, as pessoas interagem comigo. Inclusive, passei um nervoso com o último jogo”, conta.

“Eu já me sinto superíntima dele… não conhecia ele antes das olimpíadas, depois que comecei a acompanhar. Quando bombou minha foto, ele comentou dizendo que eu era mais bonita, foi o auge da minha vida. Eu espero que ele atinja muito sucesso, ganhe todos os jogos. Principalmente porque vejo muita representatividade numa pessoa como ele estar onde está, principalmente no vôlei, que é um esporte muito estereotipado. Desejo muito sucesso inclusive na vida gamer dele”, conclui.

Prata

 

João Allan, de 30 anos, diz que amigas da universidade, onde cursa Farmácia, começaram a apontar sua semelhança com Wallace depois que ele cortou o cabelo e deixou a barba crescer. “A partir daí, entrei na brincadeira, inclusive parentes próximos também começaram a notar”. Ao receber fotos do atleta, ele diz que passou a dizer que “sou a versão da Deep Web dele e nunca reneguei”, brinca.

João Allan, sósia de Wallace Souza, da seleção brasileira de vôlei — Foto: João Allan/Acervo pessoal

João Allan, sósia de Wallace Souza, da seleção brasileira de vôlei — Foto: João Allan/Acervo pessoal

“Na verdade, sempre assisti os jogos da seleção pois – em casa – somos fãs do esporte há bastante tempo. Porém, hoje, ficamos mais atentos aos jogos, torcemos a cada ponto e, inclusive, brincamos com isso do tipo: ‘Allan vai jogar hoje’, ‘Dorme cedo que você tem jogo daqui a pouco’, ‘O estagiário atenderá após o jogo da seleção, torçam por ele’”, conta.

João diz que se inscreveu no Sósias das Olimpíadas porque, “em meio a tantas coisas negativas, um pouco de diversão ajuda”.

“Porém nunca poderia imaginar que seria um dos mais votados devido à semelhança dos demais candidatos a outros esportistas e incluindo o próprio Wallace. Fico feliz em subir ao pódio”, afirma.

Bronze

 

Felipe, como prefere ser chamado Antonio Felipe da Silva Nascimento, um engenheiro de produção de 23 anos, diz que inicialmente não via tantas semelhanças com Douglas Silva, apesar das comparações de alguns amigos. Até que a insistência fez com que começasse a prestar mais atenção nos jogos da seleção brasileira de vôlei e a seguir o atleta no Instagram.

Felipe da Silva, sósia de Douglas Souza, da seleção brasileira de vôlei — Foto: Antonio Felipe da Silva/Acervo pessoal

Felipe da Silva, sósia de Douglas Souza, da seleção brasileira de vôlei — Foto: Antonio Felipe da Silva/Acervo pessoal

“Confesso que gosto muito dos stories que ele posta porque me identifico muito com a personalidade dele. Eu cheguei a mandar uma mensagem pra ele dizendo que eu era muito parecido com ele, a essa altura já tinha me tocado disso, mas acredito que devido a imensa popularidade, minha mensagem provavelmente passou despercebida (risos)”, admite.

Felipe conta inclusive uma situação divertida provocada pela semelhança com o jogador: “Em uma saída com amigos – e nesse dia eu estava com uma mochila da seleção brasileira de futebol – me pararam achando que era ele e eu expliquei que não era e que várias pessoas já tinham me falado sobre a semelhança. Mas, mesmo assim, a pessoa desconhecida pediu pra tirar uma foto comigo, fiquei meio sem jeito mas foi uma sensação legal”.

Felipe diz ainda ter ficado feliz por ser um dos mais votados, e espera que isso o ajude a chegar ao seu sósia famoso. “Meu user no Instagram é @felipeadsilva e, se puderem, mostrem isso aqui pro Douglas e digam que eu admiro muito ele e, que, mesmo não tendo ouro nessa olimpíada, eu vou sempre torcer por ele!”, pede.

“Eu fiquei bastante animado com a minha posição [no concurso], porque eu passei a admirar o Douglas grandemente, pela personalidade e talentos únicos que ele tem, ser parecido com alguém assim me inspira”, justifica.